Quinze falas e atos de Flávio Bolsonaro, senador e candidato do PL à Presidência, registrados em livro, anais da Alerj, posts e sabatinas. Cada ficha traz o contexto que explica por que a fala pesa e a resposta que ele deu.
Atualizado em 21 de outubro de 2026, quatro dias antes do 2º turno.
Cada ponto é uma peça, na data em que aconteceu. Selecione um ponto para abrir a ficha. Oito das quinze são de 2024 em diante, com Flávio já no Senado.
01 / 15
Deslize as fichas para o ladoUse as setas ← → do teclado
Frases que circulam como se fossem dele
A família tem um repertório parecido. Estas frases aparecem atribuídas a Flávio, mas foram ditas por outras pessoas.
Jair · 2016“O erro da ditadura foi torturar e não matar”
Jair · 2016“O pavor de Dilma Rousseff”Na homenagem a Ustra, durante o voto do impeachment
Jair · 1998“Pinochet devia ter matado mais gente”
Jair · 2020Adriano da Nóbrega como “herói da Polícia Militar”Flávio usou “policial exemplar”
Eduardo · 2019“Pode ser via um novo AI-5”Flávio defendeu o irmão, sem repetir a frase
Eduardo · 2018Bastaria “um soldado e um cabo” para fechar o STF
Eduardo · 2025“Deixem seu OBRIGADO ao presidente Trump”Flávio fez um post próprio, que está na peça 10
Carlos · 2019“Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá”
Sem registro“Bandido bom é bandido morto” e “CPF cancelado”A foto com a placa “CPF cancelado” é de Jair, em 2021
O que dizem os defensores
Os argumentos que Flávio e seus aliados usam para responder a essas críticas.
Parte das falas tem de 15 a 20 anos, e algumas posições mudaram. Em 2026, ele defende tratar milícias como organizações terroristas, diz que o casamento homoafetivo não será mexido e contou que se vacinou contra a covid.
Ele admitiu o erro sobre a Smartmatic e disse que aceitará o resultado da eleição.
Cotas só por renda, marco temporal e penas maiores para agressores de mulheres são propostas defendidas por parte do Congresso e do eleitorado, dentro do debate de políticas públicas.
Apoiadores veem o processo contra Jair como perseguição política e defendem que os réus do 8 de janeiro respondam só por depredação.
Sobre Adriano da Nóbrega, ele lembra que o PM foi absolvido do homicídio em 2007 e que as acusações de milícia vieram depois da homenagem.
Como foi feito: só entram falas e atos do próprio Flávio com registro verificável (livro, anais e notas taquigráficas da Alerj, posts, entrevistas e sabatinas transmitidas), publicados por veículos profissionais e indicados no pé de cada ficha. Algumas citações da Folha e de O Globo foram lidas em republicações por agências ou outros veículos. Frases condensadas por manchetes ficaram de fora. Recorte até 21 de outubro de 2026.