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Detalhe, contexto e fontes.

O vídeo cabe em um minuto. As fontes, não. Aqui está cada dado com a origem, a data e a resposta de quem foi citado.

Capa do vídeo: “Nas palavras de Flávio. Falas registradas, com contexto, resposta e fonte.”

Vídeo

Nas palavras de Flávio

Cinco das quinze falas e atos de Flávio Bolsonaro reunidos no dossiê, de 2007 a 2026, cada uma com o contexto e a resposta dele.

As cinco falas, com as fontes
  1. Milícias

    7 fev. 2007 · Plenário da Alerj

    Não se pode, simplesmente, estigmatizar as milícias

    A resposta dele: Em 2019, disse: “Eu sou contra milícias.” Afirmou que em 2007 o debate estava começando, que o rótulo estava sendo generalizado e que as falas foram tiradas de contexto.

    Fontes: CartaCapital · A Gazeta

  2. Ditadura e tortura

    2017 · livro “Jair Messias Bolsonaro: Mito ou Verdade”

    um homem correto, íntegro, que cumpriu seu papel de defender a pátria

    Sobre: o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

    Contexto: Em 2008, Ustra foi o primeiro militar declarado torturador pela Justiça brasileira.

    Fontes: Folhapress, via Jornal de Brasília · Congresso em Foco

  3. O plano para matar Lula

    19 nov. 2024 · post no X

    Por mais que seja repugnante pensar em matar alguém, isso não é crime

    Contexto: No dia em que a PF prendeu suspeitos de planejar a morte de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.

    A resposta dele: Diz que, pela lei atual, atos preparatórios não são puníveis, e citou um projeto dele que passaria a criminalizá-los. Não houve retratação.

    Fontes: Correio Braziliense · Congresso em Foco

  4. Violência contra a mulher

    18 jul. 2026 · evento do PL em Vitória (ES)

    esse pedaço de papel que é a Lei Maria da Penha

    A resposta dele: Diz que defender a mulher sempre foi pauta da direita e propõe penas maiores e castração química para criminosos sexuais.

    Histórico: Levantamento da Agência Pública: só 3 das 306 propostas dele em 24 anos de vida pública tratam da segurança da mulher.

    Fontes: Gazeta do Povo · Agência Pública

  5. Urnas

    21 jul. 2026 · seminário com diplomatas de mais de 40 países

    Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana

    Contexto: O TSE informou que a Smartmatic nunca forneceu urnas nem software para eleições brasileiras.

    A resposta dele: Em 2 de agosto, no Canal Livre, admitiu que pode ter errado ao citar a empresa e disse que aceitará o resultado.

    Fontes: Agência O Globo, via Folha PE · DGABC · InfoMoney

Recorte até 21 de outubro de 2026.

Falas atribuídas a ele, checadas

Capa do vídeo: “Investigado, não réu. Em que pé está cada caso, com a resposta dele e a fonte.”

Vídeo

Flávio: investigado, não réu

Os cinco casos que envolvem Flávio Bolsonaro: em que pé está cada um, o que ele diz e de onde vem cada informação.

Os cinco casos, com as fontes
  1. Dark Horse

    Banco Master · STF, relator André Mendonça

    Status: Investigado no STF desde 22/07/2026, por suspeita de lavagem, evasão de divisas e corrupção. Sem denúncia. Em 16/10, a PF pediu mais 90 dias.

    O caso: R$ 61 milhões de Daniel Vorcaro, do Banco Master, hoje preso, foram para o filme sobre Jair Bolsonaro a pedido de Flávio. Para a PF, ele cobrava os pagamentos.

    A defesa dele: Diz que pediu patrocínio privado e legal e que não recebeu nada. Em março, disse que nunca teve relação com Vorcaro; em maio, admitiu que o conhecia.

    Fontes: Agência Brasil, 11/09 · CNN, 11/09 · Agência O Globo, via Folha PE, 11/09 · Poder360, 11/10 · Gazeta do Povo, 16/10 · ConJur, 19/10 · Gazeta do Povo, sobre a prisão de Vorcaro

  2. Willer Tomaz

    Apostas e offshore · STF, relator Alexandre de Moraes

    Status: Em disputa. A PF enviou ao STF uma apuração sobre lavagem, evasão de divisas e uso de casas de apostas envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. A campanha diz que ele não é investigado e que os papéis não viraram inquérito.

    O caso: Tomaz, amigo de Flávio, foi alvo da Operação Sem Desconto, sobre os descontos do INSS. Nos arquivos dele, Flávio aparece como “usuário master”, um perfil de acesso à conta de uma offshore de Tomaz. Não tem relação com o Banco Master.

    A defesa dele: Fala em “amizade entre as famílias” e chama a apuração de “mera ilação” e fake news.

    Fontes: Estadão, via Poder360, 19/10 · CNN, 18/10 · Metrópoles, 19/10 · O Globo, via O Tempo, 14/10 · Jovem Pan, 19/10

  3. Calúnia contra Lula

    STF · Inq 5.045, relator Alexandre de Moraes

    Status: Investigado no STF. Aguarda a manifestação da PGR.

    O caso: Um post de 03/01/2026 ligou Lula ao tráfico de drogas e de armas. O relatório final da PF, de 26/06/2026, concluiu que houve calúnia. A polícia conclui; quem julga é a Justiça.

    A defesa dele: Diz que o post foi uma “previsão”. Depôs por escrito em 28/07, sem se retratar.

    Fontes: CNN, 28/07 · Estadão, via Jornal de Brasília, 06/07

  4. O contador do Careca do INSS

    Descontos do INSS · PF, Operação Sem Desconto

    Status: Citado, não investigado. Flávio não foi alvo da fase de 04/08/2026 da Operação Sem Desconto.

    O caso: A contabilidade do escritório de advocacia de Flávio é feita pela empresa de Alexandre Caetano dos Reis, contador de empresas do Careca do INSS, preso desde dezembro de 2025. A irmã do contador administra o escritório.

    A defesa dele: Diz que ela foi “contratada meramente para cuidar da burocracia”.

    Fontes: Metrópoles, 23/07 · Gazeta do Povo, 04/08 · Agência Senado, 28/03 · Revista Oeste, 04/02

  5. Rachadinhas

    Alerj · MPRJ, TJRJ, STJ e STF

    Status: Denúncia rejeitada pelo TJRJ em 16/05/2022, depois que o STJ e o STF anularam as provas. Em 26/02/2025, Gilmar Mendes negou os últimos recursos do MPRJ. Sem julgamento de mérito: nem condenação, nem absolvição. Uma nova denúncia só com provas novas.

    O caso: O MPRJ acusou Flávio de um esquema em que assessores da Alerj devolviam parte do salário. Segundo o MP, Fabrício Queiroz recebeu R$ 2,06 milhões em 483 depósitos de assessores. É número da acusação, não julgado.

    A defesa dele: Põe a culpa em Queiroz e chama o caso de “espuma”.

    Fontes: Gazeta do Povo, 18/12/2019 · Poder360, fev. 2025 · SBT News, fev. 2025

Status em 21 de outubro de 2026. Investigação não é condenação; anulação de provas não é absolvição.

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